2 de julho de 2011

Amigos criam associação para expandir ações de amor

Terapeutas, construtores, comunicadores, educadores e farmacêuticos 
criam a Fraternidade Evolutiva da Era Dourada
com objetivo de ampliar ações sobre expansão da consciência,autoconhecimento e educação


Após vários contatos por meio da rede virtual facebook, amigos decidiram colocar em prática ações que sejam efetivas para o movimento de amor no mundo. Alguns podem achar utopia, outros uma brincadeira virtual, no entanto, estes profissionais conectados com as mudanças que emergem em nosso planeta, resolveram plantar suas sementes através da Fraternidade Assistencial e Educacional da Era Dourada, em 21 de junho deste ano.

A reunião aconteceu em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, na sede provisória que reunirá sempre que possível os integrantes, no Centro de Energia Universal (CEU), à Avenida Prefeito Waldemar Grubba, 1958. Na ocasião foi aprovado o estatuto, os diretores executivos, conselheiros e produzida a ata de fundação.

A Fraternidade Educacional e Assistencial da Era Dourada, também conhecida como Fraternidade Evolutiva da Era Dourada, é uma sociedade civil e fraterna, de direito privado, sem fins lucrativos, com prazo de duração indeterminado, de âmbito nacional e internacional, com objetivos filantrópicos, educacionais, de assistência física e espiritual, tratamentos terapêuticos naturais, desenvolvimento auto-sustentável e promoção social, constituída por um número ilimitado de sócios, também chamados de Servidores da Luz.

De acordo com o Diretor Geral da Fraternidade eleito, o escritor Mautama Krishnarabi, a associação não remete à alguma religião, mas ao amor que habita em todos nós. Sendo assim tem como visão “ a vivência da consciência planetária em luz, paz e amor. Temos como missão usar nossos conhecimentos e profissões para facilitar o processo de formação integral das consciências humanas, permitindo através da educação, cura e aperfeiçoamento constantes, a regeneração dos códigos cristalinos do AMOR, conduzindo os seres humanos na construção de uma sociedade planetária, harmônica, pacífica, feliz e amorosa”, explica Mautama.

O principal objetivo das ações desta Fraternidade é a implantação, difusão, aperfeiçoamento e expansão dos projetos da Academia da Luz Unidade Matriz, fundando a base educacional e evolutiva, oferecendo nova proposta para educação voltada para que o ser humano aprenda sobre si, aprenda a se relacionar e a criar junto.

 “A expansão da consciência cristal que tem como base o amor que transforma o ser e o mundo. A chave educacional está na transformação da matéria bruta na sutileza do espírito e do amor. Esta é a essência da Educação que a Academia da Luz trabalha. Chegou a hora de termos consciência de ser uma unidade presente na vida”, enfatiza Mautama.

Diretoria Executiva
DIRETOR GERAL - Mautama Krishnarabi (Presidente Executivo),  Paraná
REGENTE - João Maria Gil de Azevedo (Vice-presidente), Santa Catarina
SECRETÁRIO GERAL - Thiago F. Macedo, Minas Gerais
DIRETORA ADMNISTRATIVA - Layalis Jastif (1º Tesoureiro), Brasília
DIRETORA DE RECURSOS HUMANOS - Michele Mouzinho, Maranhão
DIRETORA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL - Rita Alves, São Paulo

Nesta essência mística que agrega a todos que tenham vontade de participar de ações para o bem coletivo, sem distinção de raça, credo ou localidade, a Fraternidade Evolutiva da Era Dourada levanta a bandeira de que tempo é arte e divulga agenda, neste primeiro momento de trabalho, em Minas Gerais e São Paulo. Todas as contribuições nos trabalhos agendados serão direcionados para a construção do projeto Academia da Luz.




Minas Gerais
1ª Semana Holística de Ituiutaba, 8 a 14 de julho

Sexta Beneficente: Seminário Jejuns Curativos e Alimentação Prânica
Sábado Holístico: Exposição Artística, Workshop sobre Sincronário da Paz
Domingo Violeta: Curso de Reiki da Chama Violeta
Segunda do Propósito: Workshop Descobrindo o Propósito de Vida
Terça da Projeção Astral: Projeção de Consciência na prática
Quarta da Educação Cristal: Workshop Educação Cristalina
Quinta da Liderança: Seminário Liderança da Era Dourada

Informações com Thiago Macedo (34) 9176 4055


São Paulo
Jaú

16 e 17 de julho Associação dos Profissionais de Comunicação de Jaú e Região (APROCOM), Rua Eugênio Midaglia Tundisi, 205 no Jardim Conde do Pinhal.

Sábado, dia 16: Workshop Educação Cristalina, às 13h20
Domingo, dia 17: Curso de Reiki da Chama Violeta, das 9 às 17 horas

Informações com Rita Alves: (14) 9728-7030

Piracicaba
Domingo, 24 de julho: Workshop Educação Cristalina, das 14 às 18 horas, no Espaço Caminho do Mestre.
Informações com Janaina: (19) 8128-8445 /9685-9427/3411-4070




O site da fraternidade está em construção, no entanto, quem tiver interesse em saber mais sobre este trabalho pode acessar, no facebook, a página Fraternidade Evolutiva da Era Dourada ou o blog Mídia da Paz.

24 de maio de 2011

Vendas de livros revertem valores para projeto Academia da Luz

Os livros Programação Existencial e Chaves do Despertar, do autor Mautama Krishnarabi, revertem verbas para o projeto Academia da Luz. As publicações estão disponíveis no site Clube de Autores e podem ser adquiridas impressas ou no sistema Ebook. As versões impressas revertem R$7 para o projeto, já as versões em Ebook, R$3 (veja valores abaixo). 

Para o autor Mautama, a venda pela internet “é uma ferramenta positiva pois leva o livro a todos em qualquer lugar, além de reverter benefícios ao projeto Academia da Luz. Por isso, convido a todos que entre no site,e, se sentir, ajude neste projeto”

Livros

O Programação Existencial – Descobrindo o propósito de vida, vendido por R$36,21 (impresso) e R$ 9,65 (Ebook), trata do trabalho de autoconhecimento, pois “trabalhando intensamente pela evolução de nossa personalidade integral, vamos desvendando mistérios até então ocultos, e conforme retiramos os véus da ignorância podemos entender o nosso propósito de vida”, afirma o autor que ainda sugere a reflexão sobre o que estamos fazendo aqui, no planeta Terra.

“A vida humana ainda está muito ligada à dor, sofrimento, violência, doenças, fome e morte. A inconsciência de nosso propósito de vida é a principal causa de frustrações, infelicidades e desequilíbrios”, acrescenta Mautama.


O livro As Chaves do Despertar - Manifestando os sete raios, vendido por R$37,99 (impresso) e R$ 9,65 (Ebook), tem como objetivo oferecer ferramentas para a abertura de nossas percepções e expandir a consciência. “Para que possamos acessar nossa consciência em seu nível mais sublime, precisamos da chave mestra, que irá abrir todas as portas das percepções, e mergulharemos no infinito universo de sabedoria e conhecimento da mente cósmica. O conhecimento da essência verdadeira de nosso SER é resultado da prática do autoconhecimento.”

9 de maio de 2011

O Massacre da Tarja Preta - Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, em 8 de maio

* Interessante texto do jornalista Gilberto Dimenstein onde faz uma observação sobre a indicação de remédios de tarja preta para crianças e adolescentes diagnosticadas como portadores de Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Uma pesquisa, que será apresentada na Alemanha no final de maio,
 mostra que 75% de alunos brasileiros usam medicação.

Na verdade, a doença não está no aluno, mas, em um sistema educacional inadequado e ineficiente para esta geração que tem em sua essência a magia e o encanto do novo. A boa notícia é que podemos mudar este cenário! É questão de escolha!



Texto na íntegra:

O relógio biológico da adolescência é diferente; o computador está tornando acordar cedo mais difícil

É UM MASSACRE da tarja preta contra crianças e adolescentes brasileiros, levados a tomar desnecessariamente remédios para supostos distúrbios psicológicos. Essa intoxicação tem respaldo de médicos, psicólogos, pais e professores.

Na semana passada, a Folha publicou a descoberta de psiquiatras e neurologistas da USP, Unicamp e Albert Einstein College of Medicine (EUA): 75% das crianças e adolescentes brasileiros que usam medicamentos tarja preta foram diagnosticados erroneamente como portadoras do chamado TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade). A pesquisa será apresentada no final deste mês durante congresso na Alemanha.

Esse abuso bioquímico para controlar atitudes de crianças e adolescentes revela como os adultos têm dificuldade de entender e lidar com as novas gerações e até entender o mundo em que vivemos.

Vive-se num ritmo hiperativo de produção e disseminação de conhecimento. Por conta das redes digitais, as crianças e os adolescentes já nascem conectados e com um pé no mundo. São bombardeados por informações e se sentem aptos a compartilhar e interferir sobre o que veem, ouvem ou sentem. Na era das mídias sociais, todos somos, em certo grau, comunicadores lidando simultaneamente com uma multiplicidade de dados e estímulos.

Saiu recentemente um livro intitulado "Blur" (desfocado em inglês), escrito por Bill Novak, ex-jornalista do "New York" e diretor de um centro de estudos de jornalismo em Harvard, em que se afirma o seguinte: "Em três anos se produziu no século 21 mais do que nos últimos 300 mil anos."

É nesse ambiente que as crianças nascem e são treinadas, quase desde o berço, a jogar videogames cada vez mais velozes e complexos, o que, para muitos cientistas, desenvolve as habilidades cognitivas.

Esse universo hiperativo do virtual valoriza o presente, o agora, o já, tudo imediato, e se esvai com a velocidade de um novo aplicativo. Muito mais difícil ensinar coisas que não têm sentido imediato e que envolvem complexidades.

Existem até novas reações cerebrais. Mas tanta luminosidade das máquinas acaba gerando problemas. Existem evidências científicas mostrando que ficar de noite na frente da luz do computador atrapalha o sono, mexendo nos hormônios. O relógio biológico da adolescência já é naturalmente diferente; o computador está tornando acordar cedo ainda mais complicado.

Por que um estudante, acostumado com a interatividade e compartilhamento de informações, ficará tranquilo numa sala de aula com baixa interatividade, ouvindo o professor despejar conteúdos que não lhe fazem sentido?

Interessante que o Conselho Nacional de Educação tenha lançando, na semana passada, novas diretrizes para que o ensino médio seja estruturado em quatro eixos adaptáveis para cada local: cultura, ciência, tecnologia e trabalho. Além disso, parte das aulas pode ser dada a distância.

É um ensaio de ruptura com o obsoleto. Lembremos que a escola como conhecemos foi criada exatamente no tempo das chaminés, mirando-se na estrutura das indústrias, compartimentalizadas em departamentos separados. Até a sirene veio dali. O que se discute hoje é até que ponto os sistemas de avaliação, evidentemente necessários, não estão baseados na era da chaminé.

Até as universidades mais sofisticadas do mundo estão mudando suas práticas para cultivar seus alunos, estimulando mais a experimentação, montagem de projetos e trabalho em equipe. São desenvolvidos laboratórios apenas para desenvolver o empreendedorismo. Não são poucos os ícones da inovação que não conseguiram acabar seus cursos como Steve Jobs, Paul Allen, Mark Zuckerberg, e por aí vai.

Minha suspeita é de que essa medicação de tarja preta não seja uma solução para tratar um problema que, em muitos casos, é real, mas sim para colocar a disciplina acima da criatividade.

Como dizia Einstein, apontado como portador de distúrbio de atenção, para quem educar é estimular a imaginação ("mais importante do que conhecimento é a imaginação"), loucura é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes. Quem sabe se ele nascesse hoje não seria mais um medicado com tarja preta.

PS- Estou desenvolvendo aqui, numa parceria entre Harvard e MIT, um projeto que mistura educação, comunicação e urbanismo; seu foco é ajudar a desenvolver comunidades de aprendizagem, na busca de um jeito de fazer das cidades um meio que estimule a imaginação. O projeto entrou no ar na semana passada para colher críticas e sugestões (opencitylabs.org). Agradeço às contribuições dos leitores.

5 de maio de 2011

Liberdade de consciência - editorial Jornal Ideias

Três de maio foi o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, no próximo dia 13 é a comemoração da Abolição da Escravatura. Duas datas interessantes e importantes quando a discussão for liberdade e consciência.

A essência do significado de liberdade , de acordo com Dicionário Aurélio, é “a faculdade de cada um se decidir segundo a própria determinação; estado ou condição de homem livre”. Mas, dentro deste verbete também há a expressão liberdade condicional que é explicada como “liberdade, com algumas condições restritivas”.

Embora seja um discurso repetido por muitos, ressaltamos a importância de exercer cidadania para a efetiva liberdade. Liberdade que constrói a paz. Liberdade que une as classes sociais e transforma a sociedade. Liberdade que faz com que um jornal possa fazer sua história sem ligações políticas e linha editorial pré-determinada.

Esta liberdade é um processo. Um desafio. Uma conquista que inicia dentro de cada ser humano que tem em sua consciência a responsabilidade de olhar para o interesse coletivo. Liberdade que não julga por cor de pele, crença ou opção sexual, mas, que mostra o poder que há na diversidade e a força que carrega a união de pessoas para o bem comum.

A arte de educar com amor

Dentro de um cenário educacional que pede socorro,
pessoas que acreditam na transformação de uma sociedade, através do amor,
abrem novo caminho: o despertar da Consciência Cristal.

Em 2009, o professor do Núcleo de Arte de Copacabana, Rio de Janeiro, Maurício Sancho, chama a sociedade para construir novos caminhos que sejam efetivos para melhorar a Educação no Brasil, tendo como base a Conferência Nacional de Educação (CONAE) 2010. Em vídeo, Sancho afirma que “a maioria do que se aprende nas escolas não tem utilidade para vida”, sendo simplesmente inaceitável para geração de crianças e adolescentes que sentem-se presos em salas de aula.

“Todo processo proposto pela CONAE precisa encarar esta realidade de frente, perceber que não adianta melhorar a qualidade da educação que esta aí, pois é uma educação passada e que não serve para o momento presente”, afirma o professor além de ressaltar alguns vislumbres passíveis de serem percebidos, como por exemplo “o que já vem sendo dito a mais de 20 anos sobre a importância das matérias que desenvolvam a criatividade, como a  música, teatro, dança literatura,e, também as esportivas que trabalham equipe e conjunto.”

Acreditando que Educação deve ser voltada para que o ser humano aprenda sobre si, aprenda a se relacionar e a criar junto, a Academia da Luz criada por educadores, filósofos e jornalistas, propõe um novo caminho: o despertar da Consciência Cristal.

Liderando os trabalhos da instituição, o filósofo e terapeuta holístico Mautama Krishnarabi, apresenta em vídeo, publicado em 4 de maio deste ano, sugestão de trabalho aos pais, educadores e toda sociedade. Sem conotação religiosa ou política, Mautama propõe às instâncias de Poder “a expansão da consciência cristal que tem como base o amor que transforma o ser e o mundo.”

“A chave educacional está na transformação da matéria bruta na sutileza do espírito e do amor. Esta é a essência da Educação que a Academia da Luz trabalha. Chegou a hora de termos consciência de ser uma unidade presente na vida”, enfatiza Mautama.

Faça parte, com seus saberes, deste trabalho que visa – essencialmente – o bem comum de toda sociedade. Sejamos a transformação que o mundo precisa.

Vídeos professor Mauricio Sancho:




Vídeos Academia da Luz, por Mautama Krishnarabi:
 
 
 
 

3 de maio de 2011

Academia da Luz: Educar pela transformação e pelo amor

Um novo modelo de escola aproxima-se. Amigos e idealistas para um mundo melhor, criam a Academia da Luz que tem como principal missão "facilitar o processo de formação integral das consciências humanas, permitindo através da educação, cura, regeneração dos seres humanos a construção de uma sociedade harmônica e pacífica."

A Academia da Luz é uma Instituição de Ensino, Interdimensional, Multimilenar, baseada nos princípios do amor incondicional, cosmoética, universalismo e evolução. Sua criação faz parte do plano superior de evolução das consciências, e sua implantação imediata no planeta Terra é o propósito de vida de muitos irmãos trabalhadores da luz.

Professores, pesquisadores, filósofos e jornalistas estão juntos neste trabalho. Acompanhe as ações pelo facebook.

A arte da paz - matéria Folha de S.Paulo, em 25 de abril

Professor americano traz conflitos globais para sala de aula
e alunos aprendem sobre cooperação e tolerância


Fotos Will May/World Peace Game

John Hunter com seus alunos em cenas do documentário
"The World Peace Game and Other 4th Grade Achievements"



FERNANDA EZABELLA,
DE LOS ANGELES



A aula começa com a leitura de uma passagem de "A Arte da Guerra", obra do chinês Sun Tzu (544- 496 a.C). Na sequência, os alunos pulam das cadeiras para confabular entre si.

Afobados, discutem como resolver o aquecimento global, o preço do petróleo, uma invasão de terras. O sino no corredor toca e a aula acaba, assim como mais uma fase do "Jogo da Paz Mundial".

Poderia ser uma aula qualquer, mas trata-se de um complexo exercício de simulação política criado há mais de 30 anos pelo professor americano John Hunter, 56.

"Crianças têm um instinto natural de fazer o bem, seja a alguém com problemas ou ao inimigo. É o que chamo de compaixão espontânea", diz Hunter à Folha, por telefone, de uma escola de Charlottesville, no Estado de Virgínia, onde ensina.

Filho de professora, Hunter cresceu na época da segregação racial, no interior do Estado, e fez parte das primeiras classes a misturar brancos e negros nos bancos da rede pública.

"Com o jogo, os alunos aprendem a não seguir o caminho do poder, da destruição e da guerra. Eles aprendem a reagir contra impulsos e a pensar a longo prazo."

No "Jogo da Paz Mundial", que dura cerca de dois meses, Hunter oferece aos estudantes os cargos de primeiro-ministro de quatro países fictícios, além de outros postos, como o de secretário-geral da ONU. "Mas eles escolhem seus times. E digo sempre: "não pense só no seu melhor amigo, mas em quem pode fazer o melhor trabalho"."

Por duas semanas, a classe estuda um dossiê de 13 páginas escrito por Hunter, no qual dezenas de crises precisam ser resolvidas para terminar o jogo. Uma torre com quatro tabuleiros de acrílico traz pecinhas que representam o Exército de cada país, as riquezas, as minorias etc.



"SERIOUS GAME"

"Esse jogo é muito sério, aprendemos de verdade", diz um estudante no recém-lançado documentário de Chris Farina, "World Peace Game and Other 4th Grade Achievements".

Durante o jogo, descobrem-se também pequenos tiranos. Hunter lembra de um aluno "arrogante" que criava problemas com os outros e acabou causando um desastre ambiental numa plataforma de petróleo.

"A sabedoria coletiva cuidou do caso. O aluno foi levado a tribunal pelos colegas. Ele se desculpou e voltou ao jogo. E mudou sua atitude depois disso", conta.

Hunter criou, no ano passado, uma fundação para disseminar os conceitos do jogo. Amanhã, dá palestra na escola de pós-graduação em educação de Harvard e, em julho, tem agendada sua primeira formação para docentes, em Boston, nos EUA.

"Quero que os alunos tirem do jogo ferramentas criativas para usar no mundo e, quem sabe, melhorá-lo."

ONG promove jogos no Brasil em novembro


"Os jogos que propõem uma transformação social são uma tendência", afirma Asi Burak, copresidente da "Games for Change" (Jogos pela Mudança, em inglês), organização que apoia programadores de jogos eletrônicos de impacto social.

O conflito entre Israel e Palestina ou a situação de refugiados são alguns dos temas desses games. "Eles permitem que as pessoas se coloquem no lugar da outra, mudando sua perspectiva", diz Burak.

A "Games for Change" (G4C) chega ao Brasil neste ano. O primeiro festival da organização será em novembro em Salvador.

"Participamos do desenvolvimento de novos jogos, com conteúdos que incluem trânsito e cidadania", diz Gilson Schwartz, da G4C no Brasil.

"Os jogos poderosos são os que ensinam", diz Burak. (MARINA MESQUITA)







7 de abril de 2011

Rio e me sinto mar!
(Ana Jácomo)

7 de fevereiro de 2011

Jornalista x Jornalista Profissional

E mais uma vez a questão da qualificação x ética. O Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou que o registro profissional de jornalistas será uniformizado nacionalmente para evitar procedimentos diferenciados que vinham sendo tomados nas Superintendências Regionais do Ministério . Para não conflitar com a decisão do Supremo Tribunal Federal que extinguiu com a exigência do diploma para o exercício da profissão, jornalistas diplomados serão registrados como “Jornalista Profissional”. Já os não diplomados serão registrados como “Jornalista”.

Levando com a barriga, o Supremo não define a posição ética de exigir graduação aos jornalistas. Até agora não houve em pauta a verdadeira discussão que a sociedade merece: notícia realmente é produto? As universidades estão oferecendo ensino de qualidade para formar profissionais de comunicação comprometidos com o bem coletivo?

A imprensa é um poder, que muitas vezes, usando de uma linguagem institucional coloca para debaixo do tapete a “verdadeira verdade”. E assim vamos caminhando, cada um com sua parcela de responsabilidade, construindo opiniões e levando em massa à sociedade.

O jornalismo nasceu para informar de maneira clara e imparcial, mostrando todas as versões de um fato. No entanto, como em toda profissão, sempre há de arranjar um jeitinho e fingir arrumar a bagunça generalizada.

Mas, os dias continuam e há muita coisa pra colocar em ordem. Vamos seguindo, cada um em seu posto: jornalista, editores, políticos, cidadãos, cada um fazendo sua parte; alguns cientes de sua metas, outros, apenas repetindo gestos sem valor algum.

O salário mínimo não sobe! A culpa é do governo. Há criança abandonada na rua! A culpa é do governo. Não há vagas em escolas! A culpa é do governo. Eu não sou feliz! A culpa é do governo.

Claro que cada instância de Poder Público tem o dever de cumprir com seu trabalho de maneira correta. Como também, cada um em cada lugar deve, também, agir de maneira correta, elevando valores que mostrem qualidades humanas e não denegrindo sem mostrar outra opção.

E a história continua... jornalista ou profissional?